Porque o Marketing de Rede é mais seguro do que um emprego

Por Pablo Teixeira – http://www.mmnexpert.com

Ontem estava fazendo uma apresentação para uma pessoa extremamente cética em relação ao Marketing de Rede, que chegou a “zombar” de mim quando apontei algumas vantagens desse negócio, e tive, então, que explicar-lhe o porquê de minhas afirmações. Acho que o que falei é um assunto pertinente a ser explorado aqui no blog e resolvi criar um post sobre o mesmo. Quero, no entanto, enfatizar que minha afirmação se baseia na experiência que tenho com a empresa com que trabalho e no conhecimento que detenho de apenas algumas outras empresas, mas não posso dizer se é algo passível de ser afirmado pelo distribuidor de qualquer companhia, uma vez que não conheço os planos e termos contratuais de todas elas. Mesmo assim, ainda penso que minha explicação, em maior ou menor grau, serve para todos. Você verá que a teoria que uso não é um raciocínio restrito à “empresa A” ou a “empresa B”, mas, sim, é a idéia que rege toda a indústria do Marketing de Rede. Ainda antes de entrar na história que me fez escrever o post, eu queria dizer que esse artigo é, sobretudo, voltado às as pessoas que não tem mentalidade empreendedora e que, por compararem o MMN com um emprego, acabam não entrando no negócio por acharem que ele não é seguro – como se uma carteira assinada fosse segurança de alguma coisa.

Marketing de Rede é mais seguro do que emprego

Bem, durante minha apresentação, na tentativa de mostrar para a pessoa que ela estaria construindo um negócio para si, e não trabalhando numa empresa para “outros”, eu falei que ela teria posse de um negócio “vitalício e hereditário”. Como você deve saber, essa é uma afirmação corriqueiramente utilizada nas reuniões de oportunidade. O que a maioria das pessoas não sabe é o que embasa essa afirmação – e esse era o caso de meu interlocutor. Quando afirmamos que um negócio de Marketing de Rede é “vitalício e hereditário”, queremos dizer que o empreendedor receberá seus bônus até o fim da vida e mesmo depois que se for, seu negócio fará parte de seu patrimônio e será repartido entre seus herdeiros. Na verdade, em relação ao “vitalício”, o que muitos dizem e que até já cheguei a ler em algum livro, é que o MMN é um negócio para “preguiçoso”, pois ele lhe possibilita trabalhar muito nos primeiros anos e logo aposentar-se com uma renda “para toda a vida”. E é justamente aí que entra a descrença das pessoas – e também foi aí que meu prospect começou a rebater-me. Realmente, para quem não tem uma visão mais profunda do negócio, num primeiro momento logo vem uma pergunta à cabeça: “quem garante que a empresa vai continuar me pagando meus bônus mesmo depois que eu parar de trabalhar?”. De fato, garantias eu não posso te dar de nada, nem mesmo de que eu ou você terminaremos o dia com vida. E, como sabemos, pequenos negócios podem “quebrar”, grandes empresas podem quebrar, mas isso também é possível à governos, à países e até em “quebradeira” continental já se falou. Isso é um fato, mas se for pensar que esse é um empecilho à sua prosperidade, você nada fará da vida. Mas uma coisa eu te garanto: exceto em caso de falência (claro que existem “n” fatores além desse, tanto para empresas de MMN, quanto para quaisquer outras), você terá muito mais segurança trabalhando como distribuidor de uma empresa de Marketing de Rede do que como empregado de uma empresa tradicional. E vou te explicar por quê.

Seja um empreendedor no MMN e não um número no mercado tradicional

Numa empresa tradicional, o empregado não é mais que um número. Até na área de vendas, o coração da empresa, nada impede que um supervendedor seja substituído por outro. E mesmo no caso de empregos concursados – almejados por multidões, devido a “segurança” – já ouvimos falar em demissões sem justa causa. Ou você não lembra dos planos de demissões voluntárias, impostos há alguns anos por grandes bancos brasileiros, onde o que desejavam, nada mais era do que substituir seus funcionários antigos, que ganhavam mais, por novatos, que não fariam questão de fazer o mesmo trabalho pela metade do salário? Então, segurança não existe em lugar algum, amigo. E o que se pode fazer quando as grandes empresas abusam de seus funcionários? Greve? Nós sabemos que isso é o fim da picada! A verdade é que no fim das contas, a conhecida e desejada “carteira assinada” é um instrumento ilusório, de manipulação do senso comum, dos que buscam “segurança”. Noventa porcento dos milionários nunca a tiveram ou sequer pensaram em tê-la. Mas voltemos à história. Você já deve estar pensando: “ok, Pablo, mas e onde está a segurança do distribuidor de Marketing de Rede?”. Como já falei, segurança não há em nada, mas o profissional de Marketing de Rede tem, sim, uma certa segurança. Ele não precisa fazer greve. A empresa está em suas mãos e ela sabe disso. Ele não é apenas um número que pode ser descartado a qualquer momento. Seria muito cômodo para uma empresa de MMN simplesmente excluir o ID de um grande líder, que angariou uma organização de milhões em consumo e vendas e simplesmente parar de pagar-lhe os bônus – mas isso é quase impossível (salvo os descumprimentos às normas e procedimentos a que esse líder está submetido). O profissional de Marketing de Rede não é um empregado, mas um dono de negócio. E muita gente não entende, também, essa questão dele “ser dono”. Como pode ser dono, se a empresa não é dele?

No Marketing de Rede você é dono do seu negócio, sim!

E é respondendo essa pergunta, que irei explicar-lhe onde está a segurança do profissional de MMN. Em primeiro lugar, toda empresa que se preze se utilizará de um contrato de distribuição, onde os direitos de ambas as partes estão assegurados – e isso já é uma segurança para o distribuidor. Mas, como muitos dizem, “isso não quer dizer nada”. Ok, para os céticos, nenhum argumento é válido. Vamos então para a prática: em primeiro lugar, lembre-se que no Marketing Multinível você faz parte da rede de distribuição de alguém, certo? Esse alguém entrou no negócio sob as mesmas perspectivas que você. Disseram à ele que o negócio era vitalício, que era hereditário, etc, etc, etc. Esse alguém trabalhou duro, ralou muito, falou com muitas pessoas que não acreditavam que era possível, que não acreditaram no seu blá blá blá, mas, enfim, seu esforço foi reconhecido e ele construiu uma grande organização. Como planejado inicialmente, esse alguém resolveu aposentar-se aos quarenta e poucos anos e assim o fez. Ele foi morar na praia e viver com as “pernas pro ar”. Qual a segurança que ele tem de que a empresa vai continuar pagando-lhe para o resto da vida? Bem, vou ser chato e repetir pela terceira ou quarta vez: nenhuma! Ele não tem nenhuma segurança e ao mesmo tempo tem toda a segurança do mundo, pois o negócio é dele e não da empresa. Vamos lá… Passados dois anos, a empresa resolve dar uma de esperta e pára de pagar os bônus de seu anteriormente estimado líder. E o que ele faz? Ele vai para a porta da empresa com a cara pintada, faixas, bandeiras, megafones e muita raiva para gritar “greve” o mais alto que puder? Claro que não, amigo. Ele simplesmente fará uma ligação para cada um de seus líderes de primeiro nível e colocará a situação na mesa. Falará que a promessa de ganhos vitalícios era uma farsa e que, provavelmente a de hereditariedade também será – mas aí ele nem terá como saber. Por consequência, esses outros líderes também contarão para seu respectivo primeiro nível e isso ganhará um efeito cascata, até chegar aos seus ouvidos.

No Marketing de Rede, você está no comando

Agora imagine, você e uma multidão de novos empreendedores de sua empresa, iniciando no negócio, sem tantas conquistas ainda, sem tantos motivos que lhe grudem ao negócio. De repente, sabendo que o grande líder de seu grupo não está recebendo o cheque dele. O que você fará? Continuará comprando produtos dessa empresa, continuará promovendo-a como o melhor negócio do mundo? Nem você nem ninguém fará isso. Todos cancelarão seus pedidos num piscar de olhos, todos começarão a falar mau da empresa e logo, o que acontecerá? A empresa “quebrará”! E será que sua empresa deseja isso? Será que seus dirigentes são burros a esse ponto? Percebeu a diferença? Enquanto os profissionais de empresas tradicionais fazem greves, os de Marketing de Rede tem o poder de quebrar o negócio. Peço-lhe que entenda que eu não estou aqui incitando nada. Não tô falando pra ninguém quebrar empresa nenhuma. Pelo contrário, estou falando essas coisas para lhe encorajar a entrar para alguma empresa de Marketing de Rede, para mostrar-lhe o quão seguro é esse negócio. O quanto você será dono dele e o quanto poderá usufruir do mesmo. As boas empresas sabem que seu principal ativo são seus distribuidores, sabem que esse negócio é feito de gente diferenciada, de gente positiva. E que gente positiva merece viver com grandes cheques. Eles nunca vão parar de pagar os cheques dos grandes líderes.

Desafie a si próprio e construa um grande negócio de Marketing de Rede

Quando eu falo isso, você pode dizer “sim, Pablo, mas o que minha segurança tem a ver com a do grande líder que está morando na praia?”. E eu te respondo: o grande líder pode ser você. Eu só criei o personagem do “grande líder” pra ilustrar que hoje você faz parte da rede de alguém, mas amanhã milhares de pessoas podem fazer parte da sua. E esse “sua”, quer dizer sua mesmo. Quando for dono de um grande negócio de MMN, ele será de fato seu. E nenhuma empresa ousará parar de pagar-lhe seus merecidos bônus. E mesmo que você tenha escolhido uma má empresa e ela pense em lhe sabotar, ainda assim terá a segurança que seu grupo lhe conferirá – não como subordinados, mas como parceiros de negócio que estão no mesmo barco que você e que sabem que se hoje a empresa lhe fere, amanhã poderá feri-los também. Então, caso isso ocorra, como líder, você terá em suas mãos o poder e o papel de conduzir seu grupo pelo melhor caminho. Entendeu onde está sua segurança? Você acha que um empregado tem esse mesmo poder sobre a empresa na qual trabalha? Claro que não. Se construir seu negócio sobre os pilares da moral, da ética, do profissionalismo, do respeito e do apoio a cada um de seus downlines, ele será sempre seu. E a empresa será apenas o veículo que você e as pessoas que você achou merecedoras irão se utilizar para chegar aonde quer que desejem. A história está bonitinha demais pra ser verdade? Simples: escolha uma boa empresa, desafie-se a ser um grande líder na mesma, construa seu negócio com seriedade e quando estiver milionário, vá morar na praia.

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